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segunda-feira, 28 de março de 2011
Ficha Limpa

Custava o Supremo Tribunal Federal fazer valer a lei a partir de 2010? O STF sabe o que deseja o povo brasileiro. E havia necessidade de se criar uma lei para garantir algo que não deve acontecer em um País sério, que deseja integrar o Primeiro Mundo?

Postado por Sarico as 17:25 e tem 5 comentarios
5 Comments:
Anonymous Anônimo disse...

Custava sim, Sarico.
Se o Supremo desse um "jeitinho" nessa poderia dar em outras tambem.
E quem sabe acabaria dando um "jeitinho" naquela que nos prejudicasse?
Prefiro esperar mais um tempo do que abrir um precedente destes.
A justiça não deve ser política e nem julgar pelo caso atual. Deve julgar pelo justo.

28 de março de 2011 18:44  
Anonymous Zé;... disse...

Olha, sinceramente eu prefiria que a lei valesse a partir de ontem; Por que?
Bom, depois de todos esses anos o povo brasileiro merece um pouco de antecedência já que tanto de ilícito se fez, e já que por melhoras estamos todos cansados de esperar e essa questão da ficha, mais foi como um ducha para os antigos políticos.
E realmente essa lei com certeza vai abranger onde está o grosso da política, consequentemente onde estão as maiores chances de irregularidades.
Isso é sinônimo de progresso, é um sinal verde para uma posição mais nobre no mundo da política e nos países desenvolvidos.

28 de março de 2011 21:50  
Anonymous Anônimo disse...

Temos várias interpretações...
e se... vai pegar muita gente "influente, da alta...);
e se... vai entra muita população da "baixa"...
e se... muitos irão perder "direitos adquiridos"...
e se... "nós" estivermos "envolvidos"...
e se...
e se...
Pergunta :
- Direitos e deveres ?
- Justiça ? Hã ! Hã !

29 de março de 2011 11:36  
Anonymous Vanessa Kuhn disse...

Desta vez, o STF agiu respeitando e honrando sua posição de guardião da Constituição Federal. Apesar de contrariar o desejo da ampla maioria dos brasileiros, a decisão foi extremamente acertada. Há uma previsão constitucional em relação a edição de normas que digam respeito ao processo eleitoral em ano de pleito, ou seja, não se muda a regra do jogo quando este está em andamento. Um exemplo muito prático: Imaginem 2 cidadãos: "A" e "B". O primeiro, candidato, com grandes chances de se eleger, tanto que "B" resolve não se candidatar porque sabe que iriam disputar o mesmo público e que assim praticamente não teria chances. Como "B" exerce função da qual deve se desincompatibilizar em determinado prazo antes da eleição, resolve não concorrer, já que "A" concorrerá. Advem a LEI e diz que "A" não pode concorrer pois já foi condenado. "B", porém, não tem mais prazo para desincompatibilização. A chegada da lei feriu não o direito de "A", mas sim de "B". Espero que a reflexão seja oportuna. STF não deve seguir os ímpetos, mas sim apenas a CONSTITUIÇÃO.

29 de março de 2011 17:28  
Anonymous Anônimo disse...

Outro exemplo:
Imaginem um presidente que tenha a maioria do congresso mas não tenha condições de derrotar um oponente que está despontando.
Bastaria o congresso "pau mandado" aprovar uma lei projetada para que prejudicasse o oponente em cima da eleição para voltar a ter chance.
Nunca se deve pensar só no hoje.

29 de março de 2011 18:34  

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